Aplicando “A Arte da Guerra” no escritório de advocacia com sucesso

Aplicando “A Arte da Guerra” no escritório de advocacia com sucesso
Edison Fernandes
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Se você ainda não leu, pelo menos uma vez já deve ter ouvido falar no livro A Arte da Guerra”, do general, estrategista e filósofo chinês Sun Tzu.

A publicação trata das artimanhas militares para dominar o inimigo e pode ser encarada como um verdadeiro tratado para o sucesso dos mais diversos tipos de negócio. Entre as dicas para a estratégia dar certo, o autor destaca a importância da criatividade, da organização e da boa liderança para aflorar o potencial da equipe.

Confira abaixo algumas dicas de como criar um planejamento estratégico de mercado para um escritório de advocacia utilizando os ensinamentos de “A Arte da Guerra”.

1. Seja proativo

Vivemos em um mundo globalizado, no qual a velocidade da comunicação e dos resultados se torna, cada vez mais, o diferencial para conquistar o mercado. Imagine, por exemplo, uma empresa de advocacia que tem centenas de clientes e problemas para gerenciar os recursos computacionais necessários para a produção, armazenamento, transmissão, segurança e uso das informações. Certamente, a insuficiência dos meios técnicos poderá refletir na não excelência do atendimento do escritório.

E é aí que entra uma importante lição de Sun Tzu: se antecipar aos riscos e não ser pego desprevenido. O ambiente da advocacia é concorrido e, como em uma guerra, o campo de batalha precisa ser bem mapeado, já que uma imprevisibilidade não calculada — um backup mal feito, por exemplo —pode levar ao atraso dos resultados e à consequente perda de clientes.

2. Programe-se para mudar

Há casos de empresas que ficam reféns de serviços medianos por medo de mudar e encontrar um cenário pior. Mas se você como líder pensa dessa forma saiba que já está na hora de transformar sua visão estratégica. É claro que ninguém está sugerindo que você aja sem cautela. Antes de tudo, é necessário muita pesquisa, planejamento e conversa para garantir que o novo suporte atenda às suas demandas com maior otimização, produtividade, segurança e sem acúmulo de custos.

E que tal, além disso, procurar também um novo serviço parceiro que trabalhe com criatividade e inovação? Essa mistura pode formar um exército imbatível. Como bom general, aventure-se nessa busca!

3. Pense no todo

Em “A arte da Guerra” aprendemos que o efeito combinado de energia é que vai ser terreno profícuo para vencer a batalha. Dessa forma, um escritório é como uma engrenagem: precisa que todas as roldanas estejam em funcionamento para que opere de forma efetiva. Não adianta o comandante e os soldados serem bons se a artilharia é deficiente.

Vejamos mais um caso: ter bons advogados numa empresa de advocacia não é sinônimo de triunfo se ocorre evasão dos dados ou lentidão no sistema de computadores. Nesse contexto, talvez a peça que falta para alavancar a eficiência do trabalho seja um profissional de TI, por exemplo. Portanto, liderar é também pensar no bem-estar do todo. Mantenha a coesão do grupo e boa sorte no fronte!

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Edison Fernandes

Edison Fernandes – Sócio Especialista em TI e Processos de Negócios

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