Como mover a TI do seu escritório de advocacia para a nuvem

Saiba como mover a TI do seu escritório de advocacia para a nuvem
Raphael Fontes
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Um termo bastante popular atualmente é o cloud computing ou, em bom português, computação na nuvem. O motivo de tamanha repercussão está nos benefícios que a ferramenta proporciona para negócios dos mais diversos segmentos. Dentre estas vantagens podemos citar o aumento na produtividade, a melhoria na qualidade da comunicação e a acessibilidade global de dados.

Os escritórios de advocacia não ficam de fora dessa tendência e já vêm desfrutando de todos esses benefícios. Apesar disso, sabemos que a mudança nem sempre é fácil e, por esse motivo, é importante se planejar para dar os passos certos no momento de transição.

A seguir, cinco questões importantes a serem consideradas no momento de mover a TI para a nuvem. Confira!

Faça um diagnóstico

Antes de mais nada, é fundamental que o escritório amplie seus canais de comunicação entre as principais lideranças e os gestores de TI. Assim, o mapeamento dos problemas do seu escritório se torna mais completo.

Entretanto, as necessidades de uma equipe que trabalha com contencioso de massa certamente não são as mesmas da esquipe de societário ou do setor consultivo. Por isso, esta identificação é feita com muito mais precisão quando conta com a colaboração de diferentes profissionais expondo seus pontos de vista.

Liste suas prioridades

Nem todas as aplicações de um escritório precisam estar integradas à nuvem. O diagnóstico abre as portas para que a equipe responsável pela migração dos dados possa listar prioridades.

Essas prioridades servem de ponto de partida para escolher o fornecedor ideal e para ter uma ideia inicial dos custos, o que, por sua vez, facilita a aprovação das medidas pelos sócios e torna possível um planejamento financeiro para o investimento.

Compare os custos

Com base no esboço estabelecido, se torna possível comparar os custos atuais com a manutenção da infraestrutura interna e os futuros custos com aplicações na computação em nuvem.

Além disso, podemos ter uma ideia dos ganhos reais em disponibilizar o conteúdo 24 horas por dia, deixando estas informações acessíveis a partir de qualquer dispositivo móvel conectado à internet.

Escolha o tipo

Existem três tipos de nuvens: a pública, a privada ou a híbrida. Na nuvem pública, a execução fica a cargo de um terceiro, ou seja, a infraestrutura utilizada pertence a um provedor externo. O cliente precisa apenas acessar a internet e entrar em sua conta.

A nuvem privada se destaca por ter uma possibilidade mais arrojada de segurança. Este tipo é ideal para escritórios que lidam com informações confidenciais, como causas de família ou empresariais. Além disso, permite maior personalização do serviço.

Já a nuvem híbrida, como o próprio nome sugere, é a mistura da pública e da privada, combinando práticas de ambas as modalidades.

Selecione um fornecedor

A escolha de um fornecedor também é um passo importante para migrar para a nuvem. O escritório deve buscar um verdadeiro parceiro estratégico e não apenas um mero fornecedor de serviços. Afinal, são os dados da empresa, dos funcionários e dos clientes que estão em jogo.

Antes de se comprometer, o ideal é que o escritório faça uma pesquisa criteriosa a respeito da reputação que as empresas têm no mercado. Entrar em contato com clientes da empresa e sondar a satisfação com o serviço talvez seja a melhor forma de avaliar a sua qualidade.

Pronto! Agora, você já sabe o que fazer para mover a TI para a nuvem. Acha que faltou alguma informação? Deixe suas sugestões nos comentários!

 

 

 

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Raphael Fontes

Raphael Fontes – Sócio Especialista em Soluções de Infraestrutura de TI

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